Frequently Asked Questions - Perguntas Frequentes

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FAQs - Perguntas Frequentes

 

Apenas podem requerer a inscrição em regime a tempo parcial os estudantes que comprovadamente possam beneficiar do estatuto de trabalhador estudante.

Documentação:
O pedido deve ser dirigido ao Presidente da FA, apresentado na secretaria da FA e acompanhado dos seguintes documentos:
    · Contrato de trabalho ou declaração da entidade empregadora comprovativa da qualidade de trabalhador;
    · Proposta de plano de estudos com indicação das Unidades Curriculares em que o estudante se pretende inscrever.

Prazo:
O Regime a tempo parcial deve ser requerido pelos estudantes no inicio do ano letivo – no ato da inscrição ou no máximo até ao dia 10 de Outubro de cada ano.

Os requerentes têm um prazo máximo de 5 (cinco) dias úteis, contados a partir da data da comunicação, para procederem à alteração da sua inscrição na secretaria da FA. Findo esse prazo perdem o direito à mudança de regime de estudos no ano letivo em causa.

Emolumento:
Aos pedidos de mudança de regime de estudo previsto no presente regulamento é aplicável o emolumento fixado pela Universidade Lisboa, que presentemente está fixado através do Deliberação n.º 87/2014 (Diário da República, 2ª Série, nº 18 de 27 de janeiro de 2014).

 

 

Em cumprimento da deliberação do Conselho de Gestão de 17-09-2012, para dar resposta às dificuldades manifestadas pelos alunos de Mestrados e Doutoramentos, o pagamento das prestações previsto nos respetivos regulamentos de propinas, pode ser feito segundo o Despacho nº 32.

Prazo de entrega do requerimento:
O prazo de inscrição no 1º semestre é estendido até 15 de Outubro, mediante algumas condições descritas no Despacho nº 32.

 

 

Os Estudantes Internacionais, através do CEAIEIC (Concurso Especial de Acesso e Ingresso para Estudantes Internacionais), podem ingressar na Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa, num curso de licenciatura ou de mestrado integrado, para o efeito devem:


1. Condições de ingresso:

a) Terem qualificação académica nas áreas do saber requeridas para o ciclo de estudos a que se candidatam;

b) Terem um nível de conhecimento da língua portuguesa requerido para a frequência desse ciclo de estudos;

 

2. Qualificação académica:

a) Os candidatos devem demonstrar conhecimentos nas matérias necessárias ao prosseguimento de estudos no curso a que se candidatam.

b) Quando o candidato é titular de curso de ensino secundário português, essa demonstração corresponde à aprovação nas provas de ingresso definidas para esse ciclo de estudo no ano de ingresso, conforme publicitado pela Direção-Geral do Ensino Superior (DGES) do Governo Português.

c) As provas de ingresso usadas para a candidatura deverão ser realizadas no ano civil ou nos três anos civis anteriores ao da candidatura.

d) Para candidatos provenientes de sistemas de ensino estrangeiro em que seja aplicável o disposto no artigo 20.º-A do Decreto-Lei n.º 296-A/98, de 25 de setembro, essa demonstração tem como base a homologia com as provas definidas na alínea b).

e) Quando o candidato é titular de curso para o qual não é aplicável o disposto nas alíneas b) e d), deverá apresentar documentação que permita comprovar que, na sua formação escolar, obteve aprovação nas componentes curriculares que integram os conhecimentos abrangidos pelas provas definidas na alínea b).

f) Cabe ao júri do concurso, comprovar as habilitações referidas na alínea anterior.

 

3. Conhecimento da língua portuguesa:

A frequência de qualquer um dos ciclos de estudo de licenciatura e de mestrado integrado exige um domínio independente da língua portuguesa (nível B2, de acordo com o Quadro Europeu Comum de Referência para Línguas).

Os candidatos internacionais que possuam apenas o nível intermédio de domínio da língua portuguesa (nível B1, de acordo com o Quadro Europeu Comum de Referência para Línguas) podem candidatar-se ao presente concurso especial de acesso, desde que se comprometam a frequentar um curso anual de língua e cultura portuguesa.

Com exceção dos candidatos que tenham frequentado o ensino secundário em língua portuguesa, os candidatos a este concurso especial de acesso têm de:

a) Apresentar um DEPLE (Diploma Elementar de Português Língua Estrangeira) ou;

b) Apresentar um certificado B1 emitido por uma Escola da ULisboa ou;

c) Submeter-se a uma prova de língua e cultura portuguesa promovida pela ULisboa, sujeita a tabela de emolumentos e preços da ULisboa, e que terá lugar em calendário publicitado anualmente.

Os estudantes internacionais que não tenham frequentado o ensino secundário em língua portuguesa e que não façam prova de ter um DIPLE (Diploma Intermédio de Português Língua Estrangeira, nível B2), ou um certificado B2 emitido por uma Escola da ULisboa, comprometem-se a frequentar um curso anual de língua e cultura portuguesa:

a) A frequência desse curso pode ser simultânea à frequência do 1.º ano do ciclo de estudos em que o estudante se inscreveu;

b) No final do ano, o estudante deverá demonstrar que atingiu o nível B2.

Enquanto não for atingido o nível B2, o aluno é obrigado a reinscrever-se no curso de língua e cultura portuguesa até que atinja o referido nível de domínio da língua portuguesa.

 

4. Vagas e prazos:

1. O número de vagas para cada ciclo de estudos é fixado anualmente:

a) O referido calendário é divulgado na página da ULisboa;

b) Pode haver mais do que uma fase de candidatura.

 

5. Seriação:

A seriação é feita de acordo com os critérios definidos na regulamentação da Escola responsável pelo ciclo de estudos.

Na ausência de definição de critérios de seriação pela Escola, a seriação é feita por ordem decrescente da classificação final no ensino secundário.

Atendendo à existência de várias escalas, todas as classificações devem ser expressas na escala de aprovação de 100 a 200, sendo convertidas proporcionalmente para essa escala.

Sempre que dois ou mais candidatos em situação de empate disputem o último lugar, são criadas vagas adicionais.

A classificação mínima de candidatura para cada ciclo de estudos é de 100, exceto nos casos em que a regulamentação da Escola prevista no artigo 21.º estabeleça um critério mais exigente.

 

6. Divulgação dos resultados:

A lista de seriação dos candidatos é divulgada no site da Faculdade de Arquitetura.

Regulamento / Regulamento (Governo)


 International students applying for a Degree at Faculty of Architecture

International students may apply for a Bachelor or an Integrated Master Degree at Faculty of Architecture (FA) under the CEAIEIC (Concurso Especial de Acesso e Ingresso para Estudantes Internacionais – Special Call for Admission of International Students). For the application they must

1. Application requirements:

a) Have an academic background in the scientific areas of the Degree for which they are applying;

b) Have the level of Portuguese language knowledge required for the Degree for which they are applying;

Note: FA enforces the policy of requiring classes to be taught in English whenever there is in class one student who is not fluent in Portuguese. In addition, most courses have a cohort taught in English.

2.Academic background requirements:

a) The applicants must proof to have knowledge in the scientific areas necessary for the Degree for which they are applying.

b) When the applicant has completed the studies in a Portuguese High School, the application to the Faculty must be done through our DGES (Education Ministry), by getting approval on the national exams foreseen for accessing the Degree for which is applying.

c) The national exams must be done within the three years prior to the application or in the current year;

d) For applicants coming from schools abroad, under the conditions foreseen in the article 20º-A of the Portuguese diploma n.º 296-A/98 from 25th September, the exams used for applying must be considered equivalent, according to what is stated on paragraph b).

e)When the applicant has a degree for which the paragraphs b) and d) don’t apply, he/she should present documentation that shows that his/her academic background has covered the curricular elements demanded by the exams requested on paragraph b).

f) There will be a nominated Judging Committee for evaluating the applications submitted under the conditions of paragraph e)

3.Knowledge of Portuguese Language:

The attendance of any of our study cycles demands that students be an Independent User of Portuguese language (B2, according to the Common European Reference Framework for Languages).

The International applicants who only have the B1 level of Portuguese language can still apply to our Degrees as long as they compromise on doing an annual course of Portuguese Language and Culture.

Excepting for the students who attended the Portuguese High School, International applicants must:

a) Present a DEPLE (Diploma Elementar de Português Língua Estrangeira – Basic Diploma of Portuguese as Foreign Language); or

b) Present a B1 certificate issued by a Faculty of University of Lisbon; or

c) Attend an exam of Portuguese Language and Culture, organized by ULisboa, with prices and calendar published annually.

The International students who didn’t attend a Portuguese High School and didn’t present a DIPLE or B2 certificate issued by a Faculty of ULisboa, must compromise on attending an annual course of Portuguese Language and Culture:

a)  The annual course of Portuguese Language and Culture can take place at the same time as the classes for the 1st year of the Degree on which the student has enrolled;

b)  At the end of the academic year the student will have to present his B2 certificate of Portuguese;

The student will be obliged to repeat the Portuguese course until he reaches the B2 level and presents the certificate.

These requirements apply despite what is stated in the note in 1b).

4.Available Places and Deadlines:

The number of available places for International students in each study cycle is set annually.

a)  The calendar will be published on the webpage of ULisboa;

b)  There could be more than one application Call every year.

5.Ranking of applications:

The ranking of the applications will be made according to the criteria specified on the Faculty regulations. If the Faculty doesn’t specify any rules, the ranking will be made by decreasing order of the final average of the high school diploma.

Since there are several international grade scales, all averages will be shown on a scale of approval from 100 to 200, being converted in proportion to that same scale.

In case of a tie between two or more applicants on the last place, the Faculty will open an extra place for each one of them.

The minimum average for applying to any study cycle will be 100, except on the cases where the Faculty regulations specify a more demanding criteria.

Qual a diferença entre equivalência, reconhecimento e registo de diplomas estrangeiros?

A equivalência encontra-se regulamentada ao abrigo do Decreto-Lei n.º 283/83, de 21 de junho, e é um processo pelo qual uma qualificação académica estrangeira é comparada a uma qualificação portuguesa, relativamente ao nível, duração e conteúdo programático, sendo também fixada a área científica da equivalência concedida.

O reconhecimento é um processo pelo qual uma qualificação académica estrangeira é comparada a uma qualificação portuguesa apenas em nível e encontra-se regulamentado pelo Decreto-Lei n.º 283/83, de 21 de junho.

O registo é um novo regime de reconhecimento de graus académicos estrangeiros de nível, objectivos e natureza idênticos aos dos graus de licenciado, mestre e doutor atribuídos por Instituições de Ensino Superior portuguesas, conferindo aos seus titulares todos os direitos inerentes a estes graus académicos. Este novo regime de reconhecimento encontra-se regulamentado ao abrigo do Decreto-Lei n.º 341/2007, de 12 de outubro.

Posso pedir o registo (Decreto-Lei n.º 341/2007) do meu grau, tendo já obtido equivalência (Decreto-Lei n.º 283/83)? 

Sim. A obtenção de equivalência ao abrigo do Decreto-Lei n.º 283/83, de 21 de junho não é impeditiva de solicitar o registo de grau ao abrigo do Decreto-Lei n.º 341/2007, de 12 de outubro. No entanto, o registo só poderá constituir uma mais valia caso não tenha sido atribuída uma classificação final.

 

Onde posso solicitar equivalência/reconhecimento aos graus de licenciado, mestre ou doutor (Decreto-Lei n.º 283/83)?

Caso seja titular de um grau superior estrangeiro e pretenda solicitar equivalência/reconhecimento deverá dirigir-se a:

Licenciatura - solicitar junto da Secretaria de Graduação da Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa;

Mestrado - solicitar junto dos Serviços Centrais da Universidade de Lisboa;

Doutoramento - solicitar junto dos Serviços Centrais da Universidade de Lisboa.

 

Posso apresentar, simultaneamente, um pedido de equivalência/reconhecimento em dois estabelecimentos de ensino superior (Decreto-Lei n.º 283/83)?

Não, a uma mesma habilitação estrangeira de nível superior não poderá ser conferida mais de uma equivalência.

Apenas mediante indeferimento ou desistência de um pedido de equivalência poderá o interessado apresentar, na mesma ou noutra Instituição de Ensino Superior Pública em relação a outro curso, novo pedido referente à mesma habilitação estrangeira.

Onde posso adquirir os modelos para os pedidos de equivalência/reconhecimento (Decreto-Lei n.º 283/83)?

Os impressos para requerimento de equivalência/reconhecimento, ao abrigo do Decreto-Lei n.º 283/83, de 21 de junho, são exclusivos da Imprensa Nacional-Casa da Moeda e estão disponíveis online na página de Internet oficial (www.incm.pt), podendo, igualmente, ser adquiridos nas lojas oficiais (ver os contactos em: www.incm.pt/site/contactos.html), telefone +351 217 810 870, fax +351 217 810 745, email: incm@incm.pt


Modelo nº 524 - equivalência ao grau de Doutor;

Modelo nº 525 - equivalência ao grau de Mestre;

Modelo nº 526 - equivalência aos graus de Licenciado;

Modelo nº 527 - reconhecimento de habilitações.

 

Que documentos devo entregar para o pedido de equivalência?

Deverá entregar toda a documentação exigida no Decreto-Lei n.º 283/83:

    Licenciatura - Artigo 12º

    Mestrado - Artigo 8º

    Doutoramento - Artigo 4º

 

Quanto custa o pedido de equivalência ou reconhecimento (Decreto-Lei n.º 283/83)?

As instituições publicam, anualmente, no Diário da República,  a tabela de Emolumentos relativa aos pedidos de equivalência/reconhecimento e demais certificados.

tabela de emolumentos  da Universidade de Lisboa.

 

 

 

 

Reingresso / Mudança de Par Instituição/Curso

  • Entende-se por mudança de curso a inscrição num curso diferente daquele em que o aluno praticou a última inscrição, na mesma ou noutra instituição de ensino superior, tendo havido ou não interrupção de inscrição num curso superior.
  • Entende-se por transferência a inscrição num curso com o mesmo nome mas em instituição de ensino superior diferente daquela em que está ou esteve matriculado, tendo havido ou não interrupção de inscrição num curso superior.
  • Reingresso é o ato pelo qual um estudante, após uma interrupção dos estudos num determinado curso e estabelecimento de ensino superior, se matricula no mesmo estabelecimento e se inscreve no mesmo curso ou em curso que lhe tenha sucedido.

Condições de candidatura e documentos a apresentar:

Regulamento de Regimes e Concursos Especiais

Critérios de seriação:

1 – Os candidatos a mudança de curso e transferência serão seriados mediante a aplicação sucessiva dos seguintes critérios:
           a) Média ponderada mais elevada de unidades curriculares/ECTS concluídos, corrigida por factor de ECTS realizados;
           b) Aprovação no menor número de unidades curriculares/ECTS, com equivalência ao curso pretendido;
           c) Classificação mais elevada no acesso ao Ensino Superior;
           d) Avaliação do Curriculum Vitae em caso de empate.

2 – Sempre que dois ou mais candidatos fiquem em situação de empate, devem ser todos admitidos, mesmo que para tal seja necessário criar vagas adicionais.

3 – O fator de ECTS realizados adaptará a media ponderada aos ECTS concluídos pelo concorrente e corresponderá aos intervalos de:

     1.º Ciclo                                                  2.ºCiclo
0 a 30 ECTS = f1                                   181 a 210 ECTS = f1
31 a 60 ECTS = f2                                 211 a 240 ECTS = f2
61 a 90 ECTS = f3                                 241 a 270 ECTS = f3
91 a 120 ECTS = f4                               271 a 300 ECTS = f4
121 a 150 ECTS = f5                              em que 0,5 ≤fn≤ 1,0
151 a 180 ECTS = f6 

Vagas:

As vagas são propostas anualmente pelo Presidente da FA e aprovadas pela Direcção-Geral do Ensino Superior, para cada ciclo de estudos.

Brevemente serão publicadas.

As vagas eventualmente sobrantes no regime de mudança de curso ou de transferência podem ser utilizadas no outro regime, por decisão do Presidente da FA.
As vagas eventualmente sobrantes do regime de acesso que não sejam utilizadas (por candidatos maiores de 23 anos), podem ser utilizadas para os regimes de mudança de curso e transferência, por decisão do Presidente da FA.

O reingresso não está sujeito a limitações quantitativas.


 Titulares de Curso Médio ou Superior

Ao Concurso Especial de Acesso destinado a Titulares de Cursos Médios e Superiores podem candidatar-se os titulares de um curso superior.

Condições de candidatura e documentos a apresentar:

Descritas no Decreto-Lei nº 393-B/99

Critérios de seriação:

1 – Os candidatos a Titulares de Curso Médio ou Superior serão seriados mediante a aplicação sucessiva dos seguintes critérios:
           a) Média ponderada mais elevada de unidades curriculares/ECTS concluídos, corrigida por factor de ECTS realizados; 
           b) Aprovação no menor número de unidades curriculares/ECTS, com equivalência ao curso pretendido;
           c) Classificação mais elevada no acesso ao Ensino Superior;
           d) Avaliação do Curriculum Vitae em caso de empate.

2 – Sempre que dois ou mais candidatos fiquem em situação de empate, devem ser todos admitidos, mesmo que para tal seja necessário criar vagas adicionais.

3 – O fator de ECTS realizados adaptará a media ponderada aos ECTS concluídos pelo concorrente e corresponderá aos intervalos de:

     1.º Ciclo                                                  2.ºCiclo
0 a 30 ECTS = f1                                   181 a 210 ECTS = f1
31 a 60 ECTS = f2                                 211 a 240 ECTS = f2
61 a 90 ECTS = f3                                 241 a 270 ECTS = f3
91 a 120 ECTS = f4                               271 a 300 ECTS = f4
121 a 150 ECTS = f5                              em que 0,5 ≤fn≤ 1,0
151 a 180 ECTS = f6

Vagas:

 As vagas são propostas anualmente pelo Presidente da FA e aprovadas pela Direcção-Geral do Ensino Superior, para cada ciclo de estudos.

Brevemente serão publicadas. 


Semestres Avançados do Mestrado Integrado

As candidaturas aos Semestres Avançados do Mestrado Integrado podem candidatar-se os titulares de um curso superior.

Condições de candidatura e documentos a apresentar:

Descritas no artigo 17º do Decreto-Lei nº 115/2013

Critérios de seriação:

1 – Os candidatos a Semestres Avançados do Mestrado Integrado, serão seriados mediante a aplicação sucessiva dos seguintes critérios:
           a) Média ponderada mais elevada de unidades curriculares/ECTS concluídos, corrigida por factor de ECTS realizados; 
           b) Aprovação no menor número de unidades curriculares/ECTS, com equivalência ao curso pretendido;
           c) Classificação mais elevada no acesso ao Ensino Superior;
           d) Avaliação do Curriculum Vitae em caso de empate.

2 – Sempre que dois ou mais candidatos fiquem em situação de empate, devem ser todos admitidos, mesmo que para tal seja necessário criar vagas adicionais.

3 – O fator de ECTS realizados adaptará a media ponderada aos ECTS concluídos pelo concorrente e corresponderá aos intervalos de:

     1.º Ciclo                                                  2.ºCiclo
0 a 30 ECTS = f1                                   181 a 210 ECTS = f1
31 a 60 ECTS = f2                                 211 a 240 ECTS = f2
61 a 90 ECTS = f3                                 241 a 270 ECTS = f3
91 a 120 ECTS = f4                               271 a 300 ECTS = f4
121 a 150 ECTS = f5                              em que 0,5 ≤fn≤ 1,0
151 a 180 ECTS = f6

Vagas:

As vagas são propostas anualmente pelo Presidente da FA e aprovadas pela Direcção-Geral do Ensino Superior, para cada ciclo de estudos.

A divulgação da calendarização e vagas, será publicitado no site da Secretaria de Graduação.

 

COMO CONFERIR OS HISTÓRICOS CURRICULARES

 

Os alunos dirigem-se à secretaria com frequência para colocar questões sobre as equivalência entre planos. Este documento procura ajudar o aluno na clarificação de tais questões evitando as perdas de tempo associadas a tais idas. Os passos são os indicados a seguir.

$1.      Verificar as U.C.s já aprovadas, através do NetPA:

http://netpa.fa.ulisboa.pt/netpa/page

$2.      Verificar e comparar os planos de estudos:

http://graduacao.fa.ulisboa.pt/ > cursos > área científica (Arquitectura, Urbanismo ou Design) > licenciatura ou mestrado integrado > plano de estudos actual / planos de estudos antigos (inclui tabela de correspondências).

$3.      Certificar-se que no final do seu curso terá cumprido o plano de estudos em vigor, incluindo (1) aprovação nas suas U.C.s ou correspondentes e (2) obtenção do número de ECTS exigidos.

4.1  Aprovação em U.C.s:

Deverá ter atenção às correspondências entre planos de estudo definidas no plano de transição através de uma tabela de correspondências, determinando assim:

·        Se aprovou a uma U.C. no plano de estudos anterior, não deverá efetuar a inscrição à(s) sua(s) correspondente(s) no plano de estudos em vigor.

·        Se não aprovou a uma U.C. no plano de estudos anterior, deverá obter aprovação nas U.C.s do plano de estudos em vigor.

4.2 O número de ECTS por ciclo exigidos por lei são:

·        1º Ciclo: 180 ECTS;

·        2º Ciclo: 120 ECTS;

·        Mestrado Integrado: 300 ECTS.

·        Ano curricular: dentro de cada ciclo deverá aproximar-se dos 60 ECTS, embora possa variar ligeiramente.

Normas de Término de Curso e Graduação

O aluno só terminará o seu Curso e obter a Graduação se cumprir: 

  1. Deverá aprovar a todas as unidades curriculares obrigatórias do plano de estudos em vigor ou, unidades curriculares correspondentes de planos de estudos anteriores;
  2. Deverá aprovar à totalidade dos ECTS obrigatórios do plano de estudos em vigor (300 ECTS).

Caso sejam cumpridas as duas premissas anteriores em simultâneo o aluno GRADUA.

Aprove o aluno a 300 ECTS ou mais mas, não tenha APROVADO à totalidade das unidades curriculares do plano de estudos em vigor NÃO GRADUA.

 

Regime de Transição entre Ciclos

Em reunião de 30 de março de 2011, o Conselho Cientifico da FA-ULisboa, deliberou de acordo com o despacho nº 62/2015, que a transição curricular, a partir do ano letivo de 2013/2014, é feita do seguinte modo:

Mestrados Integrados

Os alunos do 1º Ciclo com menos de 15 ECTS em falta (Exceção das unidades curriculares (U.C.s) de Projeto), podem transitar para o 2º Ciclo (Sem limite de ECTS);

Os alunos do 1º Ciclo com mais de 15 ECTS em falta (Exceção das U.C.s de Projeto), só poderão realizar do 2º Ciclos 15ECTS;

Os alunos não podem concluir a U.C de Projeto Final de Mestrado/Dissertação e apresentar-se a provas públicas com U.C.s em atraso.

Mestrados

Os alunos do 1º Ciclo da Licenciatura em Design e Design de Moda podem transitar para o 2º Ciclo de Mestrado com 15 ECTS em atraso;

Os alunos não podem concluir a U.C de Projeto Final de Mestrado/Dissertação/Estágio e apresentar-se a provas públicas com U.C.s em atraso do 1º e 2º Ciclo.

Regime de Transição de Ano

Aplicável aos Cursos de Licenciatura e Mestrados Integrados, aprovado pelo Conselho Cientifico da FA-ULisboa, na reunião de 9 de julho de 2014:

1. Transitam para o ano seguinte aquele em que se encontram inscritos:

        a) Os alunos que obtenham aprovação em todas as unidades curriculares do ano;

        b) Os alunos com unidades curriculares em atraso cujos créditos, no seu conjunto, não ultrapassam os 30 ECTS.

2. Os alunos podem inscrever-se, por ano letivo, num número máximo de unidades     curriculares cujos créditos, no seu conjunto, não ultrapassem os 90 ECTS.

 

Como Pedir Mudança de Turma ou Permuta

Mudança de turma ou Permuta dos cursos de licenciatura, mestrado e mestrado integrado da Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa (FA-ULisboa).

Em termos de conceitos clarifica-se que:

Entende-se por “mudança de turma” a alteração da turma da Unidade de Curricular (UC) em que o aluno está inscrito que poderá ser pontual ou em bloco (Turma Única) se a mudança for no ano curricular do aluno.

Entende-se por “permuta” a troca direta de turma com outro aluno em que, a alteração da inscrição terá que ser a todas as UCs do ano curricular dos alunos (Turma Única).

O pedido de mudança de turma ou permuta deve ser feito através do Portal da respetiva Secretaria no menu “Pedidos” -> “Submissão” durante as duas primeiras semanas de aulas de cada semestre letivo, devendo fundamentar o motivo do mesmo.

O pedido de mudança de turma ou permuta tem o custo devido, descrito na tabela de emolumentos da FA-ULisboa.

 

Entende-se que pretendendo melhorar a classificação obtida pelo processo de creditação, o mesmo não estará satisfeito com o resultado do processo de creditação, pelo que dessa forma, terá a prorrogativa de optar pelo disposto no art. 11.º do Regulamento de Creditação e Integração Curricular de Experiências Profissionais e Formações Académicas da Universidade de Lisboa, ou seja, depois de saber o resultado do processo de creditação, não o aceitar e sujeitar-se ao regime de avaliação da(s) unidade(s) curricular(es).
Assim, não será permitida a possibilidade de inscrição em melhoria de classificações caso estas tenham sido obtidas por via de um processo de creditação.